Minha cabeça é um mar de inquietações. E se isso pode soar estranho, anormal, ruim e instável para alguém, imagina para mim.
A sensação de vazio que ocupa (ou esvazia) algo que outrora esteve tão preenchido me rouba qualquer tentativa de (re)agir, por preguiça ou por falta de tesão... Me sinto um pouco Pascal, personagem do filme Le Pont des Arts, de Eugène Green. Mas, diferente dele, ainda não sei compreender/aceitar/ratificar minhas necessidades dentro do turbilhão de informações desconexas que recebo cotidianamente, como um tempo doído que se arrasta vagarosamente a fim de ser sentido por completo. Um tempo que nada poupa.
A sensação de vazio que ocupa (ou esvazia) algo que outrora esteve tão preenchido me rouba qualquer tentativa de (re)agir, por preguiça ou por falta de tesão... Me sinto um pouco Pascal, personagem do filme Le Pont des Arts, de Eugène Green. Mas, diferente dele, ainda não sei compreender/aceitar/ratificar minhas necessidades dentro do turbilhão de informações desconexas que recebo cotidianamente, como um tempo doído que se arrasta vagarosamente a fim de ser sentido por completo. Um tempo que nada poupa.
A música do filme não me sai da cabeça, talvez porque, assim como Pascal, eu desejo salvação. De Claudio Monteverdi, Lamento della Ninfa:

2 comentários:
Ainda não assistir a esse filme
assisiti! filme lindo... e essa música que acompanha todo o filme demais.
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